E ae pessoal!
Que vergonha.. tanto tempo sem nenhuma postagem! Desculpa ae galera, vamos manter o blog mais movimentado de agora em diante!
Bem, no dia 16/03 rolou nosso primeiro show no Rio de Janeiro! Foi num evento no Audio Rebel, casa de show super maneira de Botafogo!
Além da camerata, rolou ainda show das bandas Tai, Par e Alexandre Pillar , que fizeram ótimas apresentações! Procurem o trabalho desse pessoal, vale a pena!
Ficamos muito felizes pela presença de vários friburguenses por lá! Alguns foram com a banda de van, mas outros ( e ae Pedrão!) pintaram de surpresa, o que fez com que nos sentíssemos em casa!
Esperamos que este tenha sido o primeiro de muitos shows na capital!!
Fiquem aí com algumas fotos do evento e até a próxima!
Camerata Violétrica
segunda-feira, 25 de março de 2013
quarta-feira, 6 de março de 2013
A praça é do povo!
Atenção artistas de Friburgo! Chegou a hora de nos unirmos para tornar de conhecimento público o nosso direito!!
Apesar da lei municipal nº 4.198 de Nova Friburgo assegurar o direito do artista se manifestar em locais públicos, como praças e largos, podemos perceber que esse direito ainda é pouco respeitado em nossa cidade. A própria postura municipal ainda trata o artista de rua como um marginal, impedindo seu direito à livre expressão.
Precisamos acabar com essa visão preconceituosa! O artista de rua não é um vagabundo!
Sexta feira, 17h, vamos todos transformar a praça de Friburgo num palco aberto e mostrar o quanto esta cidade pode ganhar ao valorizar os artistas locais!
A praça é do povo e a arte é nossa voz !!!
Apesar da lei municipal nº 4.198 de Nova Friburgo assegurar o direito do artista se manifestar em locais públicos, como praças e largos, podemos perceber que esse direito ainda é pouco respeitado em nossa cidade. A própria postura municipal ainda trata o artista de rua como um marginal, impedindo seu direito à livre expressão.
Precisamos acabar com essa visão preconceituosa! O artista de rua não é um vagabundo!
Sexta feira, 17h, vamos todos transformar a praça de Friburgo num palco aberto e mostrar o quanto esta cidade pode ganhar ao valorizar os artistas locais!
A praça é do povo e a arte é nossa voz !!!
sábado, 16 de fevereiro de 2013
Bandolim de Verde Virá
Olá amigos violétricos!!!
Continuamos aqui a desvendar os detalhes de Verde Virá, música que já está sendo divulgada pela banda e em breve estará em nosso primeiro EP.
Já falamos sobre o Pipa, instrumento chinês usado nesta mesma canção, e que adicionou um sabor exótico ao resultado final.
Outro som que salta aos ouvidos quando escutamos Verde Virá é o do bandolim. O instrumento foi gravado por Wanderson Pequeno, que fez um ótimo trabalho, ora criando contraponto à linha melódica do violão, ora preenchendo a base com o som cristalino característico do instrumento.
No vídeo a seguir, Pequeno nos mostra o arranjo gravado por ele, além de falar sobre algumas referencias do bandolim brasileiro e um pouco da história do instrumento.
Bem,é isso pessoal!
Aproveitem pra escutar Verde Virá, no link abaixo, após verem o vídeo
Até breve!
sábado, 26 de janeiro de 2013
Cantos da chuva
Qual foi o impacto da chuva de 11/01/ 20011 na criação artística da região serrana do Rio?
A maior tragédia de nossa
região causou perdas e sofrimentos indizíveis. Mas, e quanto ao impacto daquela
loucura toda na arte local? Fico me perguntando, quantas
pessoas procuraram em seus instrumentos, uma forma de lidar com aquele
momento?
Na Camerata Violétrica,
pelo menos duas canções foram, de certa forma, fruto das chuvas de 2011.
Uma é "Aos
Seus". Composta por Rafael Monteiro, um dia ou dois após o fatídico dia. A
canção, apesar de não falar exatamente desse fato, acabou refletindo o clima de
abandono e revolta daquele momento: "Chamam-me bobo da corte/ faço do caos
a canção...", "Sei que vou ficar pra ver/ quem quiser viver verá...".
Esta música está em processo de gravação e em breve vai pintar aqui no blog.
A outra filha da chuva é
"Verde Virá". Ao contrário da letra amargurada da canção anterior, a
música composta por Yuri Ribas lança um olhar de esperança sobre o futuro após
a catástrofe, “já que o verde virá ao final da estação”. Apesar de, em um breve
momento, transparecer a inevitável sensação de desolação, (“mas no mês de
janeiro a fé caiu por entre os meus dedos.”) a letra busca refletir sobre a necessidade
de reconstruir a vida após as águas de janeiro.
Confira "Verde Virá" neste link:
Verde Virá
(Yuri Ribas)
Verde
A esperança quis falar
E fez do meu peito abrigo
Coroada encontrou no amor espelho
E intima, fez-me amigo
Da aurora
Revela a vida na escuridão
Verde
Foi como a serramar
E a margem dos seus rios
Que correm sinuosamente para o mar
E levam um pouco mais de alívio
Aos lábios
Que clamam aos céus por um pouco de paz
Mas no mês de janeiro
A fé caiu por entre meus dedos
Me alegra saber
Que há refúgios de paz aqui
E que não há o que temer
Já que o verde virá
Ao final da estação
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
Abrindo o Baú
Olá amigos Violétricos!
Esperamos que gostem das informações que iremos divulgar neste espaço.
Bem, estamos em processo de gravação de nosso primeiro cd demo. Acreditamos que até o meio do ano ele sai finalmente do forno!
Procuramos, com a Camerata, explorar não apenas as possibilidades do violão, mas buscar novos timbres para nossas canções.
Vamos aqui falar sobre um instrumento pouco conhecido no Brasil e que usamos na música Verde Virá ( tem o link dela aqui no blog, do lado direito).
Sabem aquele som diferente que começa aos 2:03 da música? Trata-se de um Pipa, instrumento muito popular na China e praticamente desconhecido por aqui. É um dos instrumentos mais antigos da música chinesa e tem uma gama enorme de possibilidades melódicas.
Confiram o vídeo do Rafael Monteiro, membro da banda, tocando o instrumento!
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